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RUINS alone (25 de novembro – Audio Rebel)

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Como baterista e compositor, Tatsuya Yoshida tem feito música diabólica, ridícula e frequentemente desconcertante por mais de 30 anos. Boa parte deles foi ao prog/math-rock denso e hipercinético do Ruins. A formação em duo, baixo e bateria, da banda sempre pareceu minimalista demais para a complexidade das composições. Ver Tatsuya executar o mesmo material ao vivo e sozinho parece loucura.

E foi muito louco.

Mesmo para um fã de longa data do Ruins, bem versado na velocidade pós-humana e no ataque balístico característicos do grupo, foi chocante. A maneira fluída com que Tatsuya toca músicas com estruturas tão absurdamente exigentes, acompanhada pelas linhas de voz que não fazem sentido nenhum além da fonética, faz tudo parecer fácil demais.

Filmei “Glaschenk”, que não é das mais frenéticas mas a minha preferida do álbum do RUINS alone. Lembra algo de “Counsel Please” do Togawa Fiction. No fim da noite, Tatsuya participou de uma jam com os poloneses do LXMP, que também fizeram um bom show.

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